ZERO TRACE - A caçada hacker.
Zero Trace | Lukk Shadows
ZERO TRACE - A caçada hacker
Primeiro volume da série Noir Protocol
Um thriller cibernético intenso, onde cada clique pode ser a diferença entre caçar ou ser caçado.
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PERGUNTAS FREQUENTES
- Para quem é este livro?
Zero Trace é para quem gosta de thrillers de ação com inteligência, onde o perigo não está apenas nas ruas, mas nos sistemas, nas redes e nos rastros digitais.
É uma leitura para quem se interessa por hacking, cibersegurança, investigação digital e conflitos invisíveis do mundo moderno, mesmo sem formação técnica. A história aposta em realismo, tensão constante e personagens que operam sob pressão, onde cada decisão deixa marcas e o anonimato nunca é garantido.
Indicado para leitores que buscam uma narrativa urbana, sombria e atual, Zero Trace mistura tecnologia e ação de forma crível, sem virar manual técnico. Aqui, o foco é a caçada e o custo humano de tentar desaparecer em um mundo cada vez mais monitorado
- Preciso entender de tecnologia para aproveitar o livro?
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- Precisa de ajuda ou quer falar comigo?
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A maioria dos livros explica. Este começa invadindo.
A seguir, uma palhinha do trecho inicial de Zero Trace – A Caçada Hacker, exatamente como ele abre, sem filtros, sem atalhos.
Moscou, março de 2025.A noite era um manto de névoa gelada, um sudário que envolvia a cidade em um silêncio opressor. O vento, um carrasco invisível, chicoteava as ruas com rajadas cortantes, carregando consigo o lamento distante de sirenes e o aroma pungente de diesel queimado, uma sinfonia urbana que ecoava a decadência.No segundo andar de um prédio brutalista, um monólito de concreto e aço erguido nos anos soviéticos, o neon vermelho do letreiro “24 ЧАСА” (24 Horas) irradiava uma luz sinistra, invadindo o quarto pelas cortinas puídas e pintando as paredes com um brilho sanguíneo que dançava sobre pôsteres rasgados de Kino e Auktyon, fantasmas de uma era passada. O ar estava pesado, saturado pela trilogia de aromas que definia a existência de um hacker, fumaça de cigarros baratos, o amargor do café frio azedando numa caneca rachada e o leve crepitar de cabos expostos que alimentavam um aquecedor elétrico à beira da morte, um último suspiro contra o frio que penetrava os ossos.
Era quase meia-noite, a hora em que os cidadãos comuns buscavam refúgio no calor de seus lares. Mas o silêncio era uma ilusão, uma máscara que escondia a sinfonia digital pulsando no apartamento. O zumbido hipnótico dos ventiladores dos laptops misturava-se aos riffs de guitarra marcantes e ao refrão grudento de “Ту-лу-ла” (Tu-lu-la), de Чичерина (Chicherina), ecoando pelo Bluetooth, um hino para os que viviam nas franjas do mundo digital, os que encontravam refúgio e poder nas sombras da rede.
Dmitri Volkov, um espectro na penumbra, encostava-se na mesa improvisada feita de caixotes, o laptop aberto à sua frente. O terminal preto refletia seus olhos injetados, transformando-os em faróis de uma mente que caçava nas sombras, um predador à espreita. Aos 28 anos, ele era uma figura esguia, quase etérea, o rosto afilado como uma faca, marcado pelas noites em claro e pela intensidade da vida digital. O cabelo bagunçado, um ninho de fios escuros, caía sobre a testa em mechas rebeldes, escondendo parcialmente as cicatrizes de um passado turbulento.
Dmitri era um filho do submundo, criado entre os fóruns da dark web, onde a moeda era a informação e a reputação se conquistava a ferro e fogo, e nas trocas de exploits em IRCs esquecidos, labirintos digitais onde segredos eram sussurrados e vulnerabilidades, negociadas. Ele via o mundo como um tabuleiro de xadrez, onde peões como ele, com astúcia e ousadia suficientes, podiam derrubar reis, desafiar o poder estabelecido e reescrever as regras do jogo.
“O código é a única lei”, murmurou, acendendo um Sobranie Black com um fósforo que riscou como um desafio. A chama breve iluminou seu rosto pálido enquanto a fumaça subia em espirais sob o neon, criando uma névoa densa ao seu redor.
Ele pensava em Vladimir Levin, o russo que, em 1994, invadira o Citibank com um modem e uma audácia que ecoava décadas depois. Um mestre que provou que o poder estava nas mãos de quem ousava, que a tecnologia era a grande equalizadora. Dmitri queria mais do que roubar. Ele queria reinar, deixar sua marca no mundo digital, tornar-se uma lenda…
Você pode fechar esta página agora e seguir sua rotina como sempre.
Nada de errado nisso. A maioria faz exatamente isso.
Mas se esse trecho ficou ecoando na sua mente, se algo aí dentro reconheceu esse mundo, então você já sabe, histórias como essa não são apenas lidas. São continuadas.
Zero Trace não é sobre tecnologia. É sobre poder, silêncio, escolhas irreversíveis e o preço de enxergar além da superfície.
Quem vira a próxima página não está apenas comprando um livro. Está aceitando caminhar nas sombras onde poucos ousam permanecer.